Ufoarqueologia Medieval

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A ufoarqueologia medieval compreende o estudo de possíveis aparições e registros ufológicos ocorridos no período entre a queda do Império Romano no Ocidente, em 476 dC, até a invasão de Constatinopla e a derrocada do Império Romano Oriental, em 1453 dC.Idade Média. Wikipédia. Acesso em 10/02/2012. Nessa época, na Europa, o Império Romano foi fragmentado em dezenas de pequenos reinos, onde as culturas romana e bárbaras se influenciaram mutuamente. A vida tinha se tornado muito mais rústica do que era na cidade de Roma nos tempos de glória. Para a mentalidade medieval o tempo passava devagar. Era como se ao longo da história humana, quase nada tivesse mudado.A Europa Medieval – Parte II. Shvoong. Acesso em 10/02/2012.

Desde a determinação de Teodósio I, em 391 aC, o cristianismo se tornou a religião oficial no Império.Roma Antiga. Wikipédia. Acesso em 10/02/2012. Grande parte dos invasores bárbaros se converteram ao cristianismo, o que acabou se mostrando crucial para os desdobramentos futuros. Com guerras frequentes, a igreja tornou-se a única instituição sólida, proporcionando aos europeus uma reconfortante sensação de unidade, fazendo-os crer que formavam uma mesma comunidade: a civilização cristã. Apesar da maior parte dos bárbaros ter se convertido, eles não abandonaram todas suas crenças antigas, ainda cultivando a existência de gnomos, duendes e feiticeiras.A Europa Medieval – Parte I. Shvoong. Acesso em 10/02/2012.

Os parâmetros do Conhecimento Estabelecido eram firmados nas doutrinas da Igreja. Testemunhos envolvendo objetos brilhantes e criaturas anômalas, quando não relacionados a forças celestiais, eram objeto de preocupação, envolvendo penitência, escárnio público ou, nos tempos mais difíceis, morte na fogueira.

ORIENTE E AMÉRICA

Além da Europa, outras regiões do mundo nesse período tiveram contextos bem diferentes. A maior parte dos registros estão no oriente. Por volta do século VII, a Arábia era ocupada por cerca de trezentas tribos de origem hostis e politeístas. As tribos da península Arábica tinham boas condições de sobrevivência, vivendo da agricultura e do comércio; já os beduínos do deserto não conseguiam sobreviver só como pastores e, por isso, praticavam saques.

Nesse cenário, nasceu Maomé, que, viajante, fez contato com povos e religiões diferentes. Conheceu o judaísmo e o cristianismo, assimilou os ensinamentos dessas religiões e integrou-as, fundando o islamismo e fomentando o florescimento da Civilização Árabe.O Oriente Medieval. COC Educação. Acesso em 29/05/2012. Nas suas cidades, ao contrário das da Europa, haviam escola, universidades e bibliotecas, tendo sido grandes desenvolvedores na medicina, filosofia, matemática, geometria e arquitetura no período.Civilização Árabe Medieval.História Livre. Acesso em 29/05/2012. As posições político-religiosas e a proximidade física desencadearam conflitos com os cristãos, culminando com as Cruzadas.

Noutras paragens, a China passava por seu período de unificação, até ser subjugada por Gêngis Khan e o império mongol no final do período – o “Livro das Maravilhas”, que relata as fantásticas viagens do comerciante veneziano Marco Polo pelo Oriente, foi escrito no século XIII. O Japão vivia o auge da época samurai. Na América Central, toltecas, astecas e maias formavam suas civilizações.

A interpretação das possíveis evidências ufológicas nesses diferentes contextos deve ser considerada.

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