Tópicos Avançados

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“O Pensador”, Auguste Rodin (1902)

A pesquisa ufológica pode ser dividida em duas grandes frentes: aquela que busca concientizar o grande público da existência dos fenômenos ufológicos e a aquela que se dedica à complexa atividade de tentar compreende-los e explicá-los. Uma vez que questões relativas ao funcionamento dos discos voadores ou à natureza de seus tripulantes fazem pouco sentido para aqueles que não estão convencidos da sua realidade, a divisão é muito pertinente.

Nesse site, o debate quanto a existência de Discos Voadores é tratado por meio da análise e discussão de relatos e evidências, nas categorias Realidade OVNI e Ufoarqueologia. A questão ainda é abordada de maneira indireta em Mundo Fortiano, onde são avaliadas outras ocorrências insólitas. Tópicos Avançados se dedica ao estudo integrado de teorias que buscam solucionar o enigma da atividade ufológica. Como suplemento, também são analisados outros fenômenos esnobados pelo Conhecimento Estabelecido.

Caso não esteja convencido da realidade dos fenômenos ufológicos, sugerimos que se dirija primeiro às categorias Realidade OVNI e Ufoarqueologia. Avalie os casos lá apresentados e nos ajude a encontrar explicações consistentes para cada um deles. Visite também a categoria Mundo Fortiano. Suas contribuições serão importantes para que consigamos alcançar Nossos Objetivos. Entender nossos Critérios de Avaliação e Estruturação de Dados vai auxiliá-lo em suas críticas.

PENSANDO ALIENÍGENAS

Primeiramente, é necessário esclarecer que, por princípio, interpretamos os fenômenos ufológicos como fenômenos físicos ou psicossociais. Não admitimos, para fins de análise e reflexão, a existência de planos “extra-físicos” – no sentido esotérico – onde o fenômeno se manifeste, apesar de assumirmos a possibilidade de que alguns envolvidos possam ter essa impressão em virtude de estímulos com as naturezas física ou psicossocial mencionadas.

Com base nas análises dos nossos Casos de Alta Relevância, podemos afirmar, categoricamente, que existem objetos voadores brilhantes, físicos, com comportamento aparentemente inteligente, que não podem ser inteiramente explicados pelo nosso conhecimento atual.

Sobre eles, cabem as perguntas que seguem. Nossas pesquisas se dedicam a buscar respostas para as mesmas. Todas as respostas apresentadas se baseiam exclusivamente em elementos publicados no site. Eles serão referenciados, possibilitando crítica e, se for o caso, promovendo alterações. Segue um resumo sintético. Em seguida, explanamos melhor sobre cada pergunta e resposta.

SÍNTESE ANALÍTICA

1. O que são?

No momento, entendemos que são manifestações que não se enquadram em classificações convencionais, permanecendo inexplicados após o exame de pessoas capazes de fazer uma identificação lógica.

2. Quem são? 

A pergunta se refere a supostas entidades que controlariam os objetos. Não temos publicados elementos capazes de comprovar positivamente que esses objetos sejam controlados.

3. De onde vêm?

A pergunta se refere a supostas entidades que controlariam os objetos. Não temos publicados elementos capazes de comprovar positivamente que esses objetos sejam controlados.

4. O que querem?

A pergunta se refere a supostas entidades que controlariam os objetos. Não temos publicados elementos capazes de comprovar positivamente que esses objetos sejam controlados.

Segue explanação mais detalhada de cada pergunta e resposta. Ressaltamos que nossos posicionamentos evoluem conforme disponibilizamos no site os elementos capazes de sustentá-los.

1. O QUE SÃO

Tradicionalmente, a ufologia afirma que os objetos são veículos artificiais de transporte ou prospecção, controlados por inteligências. Alguns já levantaram a hipótese de que eles poderiam ser criaturas vivas naturais do espaçoVeja Zeróide., veículos secretos militares de algum Governo na Terra ou derivariam exclusivamente de manifestações psicossociais.

Dada a tangibilidade física de suas manifestações, claramente demonstradas nas análises dos nossos Casos de Alta Relevância, podemos descartar que os fenômenos mesmos derivem exclusivamente de elementos psicossociais.

As características apresentadas pelo fenômeno – em especial a alta velocidade e aceleração do objeto, sem que haja ruído específico relacionado, no caso Vasp 169; e o pequeno tamanho e falta de sistema de propulsão evidente no caso Sonda em Capão Redondo– permitem descartar que sejam aparelhos com tecnologia conhecida.

Caso você discorde dos elementos que embasam essas conclusões, você pode apontar as falhas argumentativas nos artigos citados. Suas intervenções não ficarão sem resposta.

Ainda não temos publicados os elementos capazes de descartar ou sustentar as outras hipóteses, de modo que ainda mantemos como resposta para a questão do título, no momento, o conceito de OVNI.Veja Disco Voador.

2. QUEM SÃO

Essa pergunta se refere às supostas entidades que controlariam os objetos ufológicos. Ainda não temos publicados elementos capazes de comprovar positivamente que esses objetos sejam controlados, de modo que a pergunta ainda não se aplica. Entretanto, considerando essa possibilidade como hipótese, vamos discutir a seguir as principais ideias correntes no meio ufológico.

Identificar a identidade dos supostos alienígenas que controlam os objetos passa por uma série de questões que, efetivamente, orbitam em torno de três possibilidades. Podem ser seres humanos, que desenvolveram alta tecnologia em algum momento, se afastaram, e hoje escondem em algum lugar. Podem ser seres não humanos, também com alto desenvolvimento tecnológico e pouco interessados em relações diplomáticas abertas. Ou podem ser seres “super-humanos”, diferentes de nós, mas para com os quais teríamos alguma relação genética. Essas possibilidades bem definidas podem se confundir em vários níveis.

As primeira versão básica da hipótese dos seres humanos tem por base os OVNIs como tecnologia militar contemporânea. Logo, seus controladores estariam entre nós, nas universidades, quartéis ou governos. Essa possibilidade é descartada devido a inconsistência da premissa de que os objetos poderiam ser desenvolvidos com nosso domínio tecnológico atual, conforme questão anterior.

A segunda versão afirma que, em algum momento na história, entre os ciclos civilizatórios da humanidade,Veja Civilizações. alguma sociedade desenvolveu um amplo domínio tecnológico, isolando-se do resto do planeta por motivos não muito claros. Nesse intervalo, continuaram avançado, podendo ter alcançado níveis de conhecimento capazes de lhes proporcionar condições físicas e mentais extraordinárias. Podem ter chega às estrelas ou acessado outras realidades. Por outro lado, também podem ter degenerado. O importante, no âmbito da questão, é que seriam seres humanos originados na Terra.

No caso de não humanos, os seres não teriam qualquer parentesco conosco. Teriam se desenvolvido por meio de  evolução convergente ou paralela em algum outro lugar, ou mesmo aqui na Terra. Não seriam, falando em termos físicos e genéticos, seres humanos – apesar de poderem ser semelhantes em morfologia e aparência. Essa eventual semelhança traz problemas explicativos adicionais, relacionados às probabilidades.Nosso estudo Humanoides Convergentes? conclui que as chances seriam de 0,02%.

A ideia dos “super-humanos” é de um contexto sofisticado. Criaturas teriam se desenvolvido em algum outro lugar – “não humanas”, portanto – e chegaram aqui num momento cronologicamente primitivo. Encontraram criaturas nativas, interviram geneticamente em seu desenvolvimento, criando a raça humana. Seríamos diferentes deles, porém, de certa forma, aparentados.Veja Cientistas do Cazaquistão acreditam que nosso DNA foi manipulado por alienígenas. Seríamos, assim, uma versão equivalente, degenerada ou complementar dessas criaturas. Essa hipótese é muito difundida no meio ufológico, tendo muitas variações baseadas nessas linhas gerais. O neologismo nebecismo foi criado por Norman Briazack e Simon Mennick para identificá-las.Norman J. Briazack e Simon Mennick. O Guia dos UFOS. São Paulo: Difel Difusão Editorial S/A, 1979. Tradução de Reinaldo Castro. Título Original: The Ufo Guidebook (1978).

Um aspecto relevante da questão diz respeito ao número de “civilizações” as quais esses seres pertenceriam. Naturalmente, quanto mais “civilizações” de origem, mais complexas se tornam as especulações explicativas.

Saiba mais sobre seres alienígenas em Contatos de Terceiro Grau.

3. DE ONDE VÊM

Essa pergunta se refere às supostas entidades que controlariam os objetos ufológicos. Ainda não temos publicados elementos capazes de comprovar positivamente que esses objetos sejam controlados, de modo que a pergunta ainda não se aplica. Entretanto, considerando essa possibilidade como hipótese, vamos discutir a seguir as principais ideias correntes no meio ufológico.

A questão da origem dos supostos alienígenas poderia ser expressa de uma outra maneira, com o mesmo sentido, mas um outro enfoque: “ONDE ESTÃO?” A questão, contudo, não tem a mesma natureza do famoso enunciado do Paradoxo de Fermi.Veja Paradoxo de Fermi. Veja também Por que será que os ETs não querem falar conosco?. A ufologia, assumindo seus preceitos, já tem resposta para parte do paradoxo: sabe que “eles estão aqui”. Assim, o aspecto relevante da pergunta fica mais claro na forma: “ONDE SE ESCONDEM?”

A ufologia tradicional aponta três alternativas possíveis: o espaço exterior, outras dimensões ou a própria Terra. A ideia de que discos voadores são veículos espaciais extraterrestres é o paradigma dominante na ufologia nos últimos 50 anos. A tese ganhou notoriedade nas décadas de 1950 e 1960, em plena emoção da corrida espacial e, desde então, nunca mais abandonou a área. Faz sentido. Os pesquisadores tinham algo que não sabiam de onde vinha e o espaço pareceu um excelente candidato.

A concepção clássica seria de seres viajando entre planetas com seus veículos. Primeiro Vênus e Marte. Depois Saturno e Júpiter. Finalmente, Alfa-Centauro, Sirius ou mais além. O avanço na pesquisa espacial tem inviabilizado cada vez mais as possibilidades mais próximas. Não obstante pesquisas recentes mostrarem ser viável a superação de grandes distâncias, quanto maiores, maiores os entraves econômicos e tecnológicos para o empreendimento por parte dos alienígenas. Uma concepção intermediária conjectura que os seres poderiam vir de seu logradouro natal e estabelecer “bases avançadas” na Lua ou outro ponto próximo, diminuindo o esforço necessário para supostas viagens frequentes. Ainda temos severas ressalvas a esses posicionamentos. Veja Debatendo Teses Infundadas na Ufologia.

A ideia de viajantes dimensionais também é difundida. Uma “dimensão” seria um plano superposto ao nosso, paralelo a ele, ou mesmo uma região sua virtualmente inalcançável para nós, devido a distância incomensurável. Essas “dimensões” seriam acessadas por meio de fendas no espaço ou meios tecnológicos, que permitiriam “saltar” entre dimensões paralelas ou transitar com pouco esforço entre dois pontos descontínuos do espaço. Devemos ressaltar que essas são concepções de natureza física. Ou seja, mesmo que não se possa chegar em tais lugares caminhando, devido a alguma particularidade do continuum, eles poderiam sustentar corpos físicos tais como os conhecemos.

Planos superpostos, dimensões paralelas ou regiões incomensuravelmente distantes que possam cambiar matéria física pode parecer exótico, mas são assuntos correntes nas especulações cientificas, tendo seus defensores na academia. Em nosso site, artigos cujo conteúdo podem interessar no desenvolvimentos dessas teses estão identificados com a etiqueta Dimensionalismo. Para fins práticos, o tempo também é considerado uma “dimensão”, de modo que a possibilidade também abrange viajantes intertemporais.

Uma terceira possibilidade é a de que os objetos estejam na Terra. A ideia dos “nativos ocultos” também vem perdendo crédito, conforme aumenta nosso conhecimento geográfico do planeta. Mas ainda não pode ser completamente descartada. Na lista, primeiro, constam os “intraterrestres” – em alto descrédito depois dos sucessivos golpes sofridos pelas teorias da “Terra Oca”. Todavia, apesar da possibilidade de uma civilização subterrânea ser cada vez mais distante, bases subterrâneas ainda podem ser estruturas viáveis.

Outra hipótese é a da origem submarina, que dá margem a imaginativas e envolventes especulações sobre continentes perdidos, tais como Atlântida e Lemúria. Os oceanos são vastos, profundos e pouco conhecidos, de modo que não há como descartar a possibilidade a priori.

Também é cotada a hipótese da Antártida, o menos conhecido continente, assim como os tradicionais lugares remotos, como as montanhas no Tibet e as profundas florestas equatoriais. Apesar de parecerem fora de moda, uma vez que temos encontrados tribos humanas desconhecidas nesses lugares, em plena segunda década do século XXI,Veja Encontrada tribo desconhecida em Papua. não parece prudente ignorá-los.

4. O QUE QUEREM

Essa pergunta se refere às supostas entidades que controlariam os objetos ufológicos. Ainda não temos publicados elementos capazes de comprovar positivamente que esses objetos sejam controlados, de modo que a pergunta ainda não se aplica. Entretanto, considerando essa possibilidade como hipótese, vamos discutir a seguir as principais ideias correntes no meio ufológico.

As especulações sobre a intensão alienígena são as mais diversas. Análises de testemunhos permitem conjecturas sobre experimentações genéticas ou hibridismo, ambas as versões muito populares hoje em dia. Sugere-se que os alienígenas estariam em degradação genética, tentando cooptar ou recuperação informações constantes em nosso DNA. Uma outra versão difundida é a de mensageiros da paz. Os alienígenas estariam interessados em promover a evolução espiritual da humanidade, ou qualquer coisa desse gênero, trabalhando a consciência de pessoas selecionadas enquanto vigiam para não nos destruirmos com nossas próprias armas. Essa versão se consolidou durante o período da Guerra Fria, quando a onda new age pacifista e a ameaça nuclear eram igualmente fortes.

Sobre o assunto, Hynek era da opinião de que, aparentemente, eles não têm qualquer mensagem para ser transmitida à humanidade – exceto “não me incomode”.J. Alle Hynek. UFOLOGIA: Uma Pesquisa Científica. Rio de Janeiro: Nordica, s.d. Tradução de Wilma Freitas Ronald de Carvalho. Título original: THE UFO EXPERIENCE: A scientific enquiry (1972). p. 40. A versão de que os alienígenas estariam preocupados apenas com seus próprios assuntos insondáveis, sendo a humanidade apenas mais uma curiosidade adicional do cenário não deixa de ser intrigante. Uma versão com resultado similar, chamada “hipótese do zoológico”, afirma que eles estariam em uma fase de observação da Terra, evitando entrar em contato direto ou influenciar as sociedades humanas, da mesma forma que os cientistas modernos procedem ao estudar animais confinados.

Muitas testemunhas descrevem tripulantes alienígenas examinado os arredores da nave, geralmente coletando amostras de solo, água ou plantas. É estranho que possam ter interesse por algo tão prosaico. Mas, como já vi alguns afirmarem, os índios brasileiros devem ter tido a mesma impressão dos europeus que atravessavam o atlântico para coletar pau-brasil.  Versões mais macabras apontam para interesse em sangue – animal ou humano. Esses casos, talvez, possam acontecer por motivos específicos de nutrição.

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