Deus

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Detalhe do afresco “Criação do Sol e Lua” na Capela Sistina, Michelangelo Buonarroti (1512)

A cosmovisão cristã, que reestruturou a civilização ocidental após a queda Império Romano, oferece critérios de interpretação e classificação de fenômenos anômalos que em vários aspectos são mais profundos e completos que abordagens gnósticas ou agnósticas contemporâneas. Entender a abordagem cristã é fundamental para estudar ocorrências em Ufoarqueologia e, também, fazer um contraponto com as muitas teorias e hipóteses atuais sobre o assunto.

Para um panorama didático desta cosmovisão, devemos começar com uma abordagem sobre Deus, conforme a concepção que foi dialeticamente depurada pela escolástica nos primeiros doze séculos após o advento de Nosso Sr. Jesus Cristo. Deus, nesse contexto, não é apenas uma entidade cuja existência pode ser comprovada de forma intuitiva, como se convencionou assumir a partir do século XVIII, mas também revela-se perfeitamente demonstrável pela razão.Immanuel Kant pretendeu, em Crítica da Razão Pura, demonstrar a impossibilidade de conhecimento da realidade objetiva e, logo, a impossibilidade de estudá-la por meio da metafísica. Nesse âmbito, postulou-se que discussões sobre Deus, por metafísicas que eram, seriam racionalmente impossíveis. Não sendo passível de discussão, Deus era entendido como questão de fé, não de razão. A escolástica acredita que a realidade objetiva existe e a separação entre metafísica e razão é infundada. Para saber mais: Olavo de Carvalho. História Essencial da Filosofia, Aula 24. Acesso em 23/03/2015. Veja também: Pablo Barbosa Santana da Silva. Kant e a meta de elevar a metafísica à categoria de ciência e o desenvolvimento do idealismo absoluto de Fichte. Ensaios Filosóficos, Volume V – abril/2012; e Luciene Félix. Kant: É possível a metafísica como ciência?. Acesso em 23/03/2015.

Essa conclusão foi alcançada por várias pessoas, inúmeras vezes, em várias épocas e de várias formas. Nossa intenção é apresentar os argumentos da maneira que acreditamos ser mais assimilável para o nosso público alvo, tendo em vista nosso objetivo.

Abordaremos o assunto de forma sintética e progressiva, demonstrando deduções racionais para formar o conceito cristão de Deus: Criador Sobrenatural Inefável, Pessoal, Único e Mantenedor Onipresente, Onisciente e Onipotente de todas as coisas. Trataremos a questão nos seguintes blocos:

1. Criador Sobrenatural Inefável – onde demonstraremos a necessidade e, portanto, existência de uma força criadora sobrenatural para o mundo, que não pode ser completamente conhecida ou compreendida devido às limitações constitutivas do próprio mundo natural.

2. Pessoal, Único – onde demonstrarmos a necessidade e, portanto, efetiva característica de que esta força criadora seja uma consciência única.

3. Mantenedor Onipresente  – onde demonstrarmos a necessidade e, portanto, efetiva característica de que esta força criadora está em todas as coisas e as mantêm.

4. Onisciente e Onipotente  – onde demonstrarmos a necessidade e, portanto, efetiva característica de que esta força tudo sabe e tudo pode.

A esta força, com todas estas características, chamaremos Deus.

Dada a premissa de exposição racional, a apresentação de cada item terá a preocupação de seguir critérios formais de cientificidade. Hoje, apesar das várias controvérsias legítimas, o critério de cientificidade consensualmente aceito é o de falseabilidade de Karl Popper. Segundo ele, enunciados científicos são aqueles que podem ser falseados através da observação de um único caso negativo.Saiba mais em Popper x Kuhn: Considerações sobre a ciência. Nosso esforço será no sentido de apresentar todas as demonstrações por meio de enunciados lógicos e falseáveis.

Enxertos com os critérios de falseação ou invalidação, bem como com questões complementares que julgamos pertinentes para esclarecer determinado aspecto do assunto, serão inseridos ao final de cada bloco.

1. Criador Sobrenatural Inefável

Definamos MUNDO NATURAL como aquele regido pelas leis naturais – regras fixas, com consequências previsíveis e empiricamente observáveis. Stephen Hawking e Leonard Mlodinow, no seu livro O Grande Projeto, defendem a prevalência cosmológica do determinismo científico, entendido como a situação onde não há exceções às leis naturais.Stephen Hawking e Leonard Mlodinow. O Grande Projeto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. p.27 Nosso MUNDO NATURAL equivale a esta concepção de universo defendida por Hawking.

Adote-se, então, duas hipóteses iniciais:

hipótese 1: O mundo em que vivemos existe. Caso não existisse, como argumentaria Descartes, a própria formulação da pergunta seria impossível.

hipótese 2: o mundo em que vivemos é um MUNDO NATURAL. Hipótese assumida por Hawking (por economia, argumentum magister dixit).

Entendendo EFEITO como qualquer acontecimentoUm acontecimento é a realização, ou manifestação efetiva, de uma possibilidade. Uma possibilidade é uma alternativa entre duas ou mais disponíveis. no MUNDO NATURAL e CAUSA como qualquer acontecimento anterior que deu origem a um EFEITO; no nosso MUNDO NATURAL, duas regras falseáveis são observadas:

Regra 1: todo EFEITO tem uma CAUSA;

Regra 2: nenhum EFEITO pode ser CAUSA de si mesmo.

A possibilidade da não existência é critério de definição da existência; pois, se fosse impossível não existir, a definição de existir não faria sentido. Assim, o MUNDO NATURAL existente poderia não existir. A existência do MUNDO NATURAL, sendo uma alternativa entre duas possibilidades, é um acontecimento; logo, um EFEITO. Sendo um EFEITO, como visto acima, o MUNDO NATURAL precisa de uma CAUSA; mas também não pode ser CAUSA de si mesmo.

Não se pode retroagir infinitamente na CAUSA do MUNDO NATURAL sem concluir que, inicialmente, ele teve origem em algo sem CAUSA ou que foi CAUSA de si mesmo. Ou seja, a CAUSA do MUNDO NATURAL não obedece às regras do próprio MUNDO NATURAL. Não pertence a ele. Ela é não natural ou SOBRENATURAL. Esta CAUSA SOBRENATURAL é necessária, ou o MUNDO NATURAL não poderia existir conforme suas próprias regras.

Sobre essa CAUSA criativa SOBRENATURAL nada se pode dizer diretamente, pois não há parâmetros que permitam descreve-la, uma vez que a ela não se aplicam os conceitos e regras do MUNDO NATURAL. Ela é imponderável e inefável, sendo referenciada pelos antigos através do termo DEUS.St. Tomás de Aquino. Suma Teológica, Art. 3: “Por cinco vias pode-se provar a existência de Deus. (…) A segunda via procede da natureza da causa eficiente. Pois, descobrimos que há certa ordem das causas eficientes nos seres sensíveis; porém, não concebemos, nem é possível que uma coisa seja causa eficiente de si própria, pois seria anterior a si mesma; o que não pode ser. Mas, é impossível, nas causas eficientes, proceder-se até o infinito; pois, em todas as causas eficientes ordenadas, a primeira é causa da média e esta, da última, sejam as médias muitas ou uma só; e como, removida a causa, removido fica o efeito, se nas causas eficientes não houver primeira, não haverá média nem última. Procedendo-se ao infinito, não haverá primeira causa eficiente, nem efeito último, nem causas eficientes médias, o que evidentemente é falso. Logo, é necessário admitir uma causa eficiente primeira, à qual todos dão o nome de Deus”. Para saber mais: Olavo de Carvalho. História Essencial da Filosofia, Aula 18. Acesso em 23/03/2015.

Assim, DEUS é CAUSA criativa SOBRENATURAL do MUNDO NATURAL. Ou seja, é Criador Sobrenatural Inefável.

CRITÉRIOS DE FALSEAÇÃO

1a) DEMONSTRAR EFEITO SEM CAUSA NO MUNDO NATURAL. Um único caso eliminaria a necessidade de uma força criadora sobrenatural para o universo. 

1b) DEMONSTRAR EFEITO QUE SEJA CAUSA DE SI MESMO NO MUNDO NATURAL. Um único caso eliminaria a necessidade de uma força criadora sobrenatural. 

1c) DEMONSTRAR QUE A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO NÃO É UM ACONTECIMENTO. Ou seja, não é uma alternativa entre a possibilidade de existência e a de inexistência, o que dispensaria a necessidade de uma causa. 

1d) DEMONSTRAR ERRO FORMAL NO DESENVOLVIMENTO DA ARGUMENTAÇÃO.

QUESTIONAMENTOS COMPLEMENTARES

Por que o criador do universo tem que ser Deus e não alguma outra coisa, como um universo com outras regras? – Deus é apenas uma forma de se referir à força criadora sobrenatural. Ela também pode ser chamada de um universo com outras regras. Veremos, contudo, no próximo bloco, que para efetivar a criação, alguma consciência é necessária, de modo que este universo com outras regras teria que apresentar algum tipo de personalidade. 

Então, quem criou Deus? – Deus é uma força sobrenatural, não sendo possível fazer inferências sobre Sua natureza com base nas necessidades exigidas para as coisas naturais. Ou seja, a questão é imponderável pela razão, só podendo ser alcançada, talvez, por meio intuitivo ou revelação direta.  

2. Pessoal, Único

Apesar de ser diretamente imponderável e objetivamente inefável, é possível inteligir algumas características do DEUS SOBRENATURAL através de propriedades observadas no MUNDO NATURAL. Para tratar do assunto, será suficiente apresentar um único conceito que chamaremos CRIAÇÃO VERDADEIRA.

Uma CRIAÇÃO VERDADEIRA é aquela que em nada depende de coisas não criadas pelo seu criador. É um conceito extremamente simples, claro e incontroverso. Estamos habituados a chamar de criação toda uma gama de manifestações envolvendo originalidade ou trabalho. Por exemplo, um artista esculpe uma estátua. Chamamos a estátua de criação do artista, porque a imagem foi fruto do seu trabalho e imaginação. A estátua, contudo, é criação do artista apenas sob certos aspectos, pois o material em que foi esculpida não foi criado por ele, nem as ferramentas que usou, o modelo que o inspirou, etc. Estas foram aproveitadas de outras coisas já encontradas por ele prontas, de modo que a estátua integral não pode ser CRIAÇÃO VERDADEIRA do artista.

Não há exemplo perfeito de CRIAÇÃO VERDADEIRA no MUNDO NATURAL. Alguma reflexão mostrará que sua coisa mais próxima é o pensamento humano. O pensamento humano não é um exemplo perfeito de CRIAÇÃO VERDADEIRA porque usa referências externas para formular seus conceitos e sua própria estrutura não foi criada pelo homem. Mas, através dele, podemos, por analogia, inteligir uma CRIAÇÃO VERDADEIRA plena.

Inicie pensando em quatro ou cinco animais diferentes e imagine uma criatura que reúna partes de todos eles combinadas. Agora, mude as cores, para obter o resultado mais diferente possível. As cores e os animais em que você se baseou não foram criações suas, mas a composição final, o arranjo em que esses elementos foram organizados, sim. Essa composição saiu da não existência para a existência dentro da sua mente. Isto é a coisa mais próxima que um ser humano pode chegar de uma CRIAÇÃO VERDADEIRA. Nela, todos os aspectos podem ser manipulados pelo criador, como o arranjo das cores e das partes dos animais, sem a necessidade de referências externas ou a limitação de regras a priori.

Criações parciais transformam coisas já existentes, conforme regra já identificada no século XVIII por Lavoisier. Apenas através de uma CRIAÇÃO VERDADEIRA algo pode efetivamente ser trazido da inexistência para a existência. Pode-se conceber que criações parciais sejam realizadas de modo autônomo, pelo desdobramento de leis estabelecidas. Uma CRIAÇÃO VERDADEIRA, contudo, exige a operação de algum tipo de vontade, pois leis naturais não podem existir ou operar na inexistência. A existência de uma vontade implica em algum tipo de consciência, ou seria irrealizável. A existência de uma que implica consciência em algum tipo de personalidade, ou consciência não seria. Quando DEUS SOBRENATURAL trouxe o MUNDO NATURAL da inexistência para a existência, conforme visto na seção anterior, uma vez que nada existia, efetivou-se necessariamente uma CRIAÇÃO VERDADEIRA. Isso implica que DEUS SOBRENATURAL possui necessariamente algum tipo de consciência ou personalidade. Ou seja, ele é pessoal.

Uma CRIAÇÃO VERDADEIRA tem a propriedade de estar limitada à consciência do seu criador. Ou seja, informações de uma CRIAÇÃO VERDADEIRA não podem sair da consciência do criador sem fazer seu objeto perder a condição de CRIAÇÃO VERDADEIRA. Em outras palavras, é impossível para um criador transmitir informações de uma CRIAÇÃO VERDADEIRA para outra consciência distinta sem apelar para algo que não seja criação sua. Este algo deve ser um meio que permita a interação das duas consciências; esteja, portanto, no mesmo plano de realidade das duas; seja co-criado com elas; esteja dentro da mesma CRIAÇÃO VERDADEIRA. Assim, se alguma tipo de informação é transmitida de um lugar para outro, essa transmissão ocorre necessariamente dentro de uma mesma CRIAÇÃO VERDADEIRA.

O MUNDO NATURAL em que vivemos é integrado, pois jamais tivemos, temos ou teremos acesso a qualquer informação advinda de partes que estariam supostamente desintegradas. Sendo integrado, ele é necessariamente fruto de uma mesma CRIAÇÃO VERDADEIRA. Uma mesma CRIAÇÃO VERDADEIRA, como vimos, implica numa consciência única. Em outras palavras, seja o DEUS SOBRENATURAL uma ou muitas pessoas – o que que é diretamente imponderável – é necessário algum tipo de unidade em sua consciência, ou o MUNDO NATURAL não poderia ser integrado. DEUS SOBRENATURAL, então, é único.

CRITÉRIOS DE FALSEAÇÃO

2a) IMPUGNAR O CONCEITO DE CRIAÇÃO VERDADEIRA. Ou seja, demonstrar a impossibilidade de conceber racionalmente algo criado que em nada dependa de coisas não criadas pelo seu criador.

2b) DEMONSTRAR QUE O MUNDO NATURAL NÃO É UMA CRIAÇÃO VERDADEIRA. Ou seja, demonstrar que algo pode sair da inexistência para a existência sem ser uma criação verdadeira. 

2c) DEMONSTRAR QUE UMA CRIAÇÃO VERDADEIRA PODE OCORRER INDEPENDENTEMENTE DE UMA VONTADE. Ou seja, demonstrar que uma criação verdadeira pode ocorrer apenas mediante a operação de leis pré-estabelecidas. 

2d) DEMONSTRAR QUE UMA CRIAÇÃO VERDADEIRA PODE SER TRANSMITIDA ENTRE DUAS CONSCIÊNCIAS SEM UTILIZAÇÃO DE MEIOS NÃO CRIADOS PELAS PARTES.

2e) DEMONSTRAR ERRO FORMAL NO DESENVOLVIMENTO DA ARGUMENTAÇÃO.

QUESTIONAMENTOS COMPLEMENTARES

Não havendo criação verdadeira no mundo natural, o conceito pode ser aplicado? – Há criação verdadeira no mundo natural, tal como exemplificado. Essa criação só não é verdadeira no sentido integral, ou seja, em todos os seus aspectos. Da inexistência para a existência, uma criação verdadeira integral é necessária.

Por que não assumir que Deus se baseou em algo sobrenatural pré-existente para criar o mundo natural? – Tudo que a razão permite alcançar nesse quesito é que Deus é necessariamente uma força sobrenatural, não sendo possível fazer inferências sobre Sua natureza com base nas necessidades exigidas para as coisas naturais. Fora do mundo natural, mesmo a noção de “pré-existência” é contestável. 

Se o sobrenatural é imponderável, como é possível deduzir algo de sua natureza? – O sobrenatural é imponderável. O pouco que se pode deduzir racionalmente dele decorre da impossibilidade do mundo natural ter as regras que tem se fosse diferente. Ainda assim, as referências são imperfeitas, pois utilizam conceitos vigentes no mundo natural, expressando apenas aproximações ou equivalências

Qual o problema de vários “deuses” regindo o mundo, mesmo ele sendo integrado? – Em termos quantitativos, Deus pode ser um, muitos ou nenhum. Isso é um mistério, pois está em âmbito de conhecimento sobrenatural. É preciso, contudo, uma consciência de alguma forma única ou unida, caso contrário, o mundo não seria integrado. Caso existissem duas ou mais consciências estritamente separadas regendo o mundo, sua interação com o mundo natural integrado exigiria um plano de ligação entre as duas, o que implicaria uma CRIAÇÃO VERDADEIRA anterior, envolvendo elas duas e o plano de ligação.

Qual a personalidade de Deus? – A aplicação do conceito de vontade e personalidade ao sobrenatural é apenas uma analogia. Uma noção necessária mas imperfeita de equivalência entre esses conceitos e as características referidas. Não há como qualificar ou definir perfeitamente essas características tendo por base apenas seus análogos no mundo natural.  

3. Mantenedor Onipresente

Uma CRIAÇÃO VERDADEIRA só pode permanecer existindo pela manutenção ativa do seu criador. A composição de animais e cores feita anteriormente, sua “CRIAÇÃO VERDADEIRA”, só existe enquanto você a mantém. Caso deixe de sustentá-la, ela desvanece. Você pode desenhá-la, anotá-la num papel ou contá-la para um amigo, mas já não estaria mais tratando de uma CRIAÇÃO VERDADEIRA, pois sua manutenção dependeria de coisas não criadas por você.

A necessidade de manutenção de todos os aspectos da CRIAÇÃO VERDADEIRA exige que seu criador permaneça presente em todos eles. Ou seja, o criador é ONIPRESENTE em relação à sua CRIAÇÃO VERDADEIRA.

CRITÉRIOS DE FALSEAÇÃO

3a) DEMONSTRAR UMA CRIAÇÃO VERDADEIRA QUE PERMANEÇA SEM A MANUTENÇÃO DE SEU CRIADOR.

3b) DEMONSTRAR ERRO FORMAL NO DESENVOLVIMENTO DA ARGUMENTAÇÃO.

 4. Onisciente e Onipotente

Para manter sua CRIAÇÃO VERDADEIRA, em sua necessária ONIPRESENÇA, também é preciso que o criador esteja consciente de todos os seus aspectos. Caso não esteja, o aspecto relacionado na CRIAÇÃO VERDADEIRA desvanece. Ou seja, para mantê-la, o criador de uma CRIAÇÃO VERDADEIRA deve ser também ONISCIENTE em relação a ela.

Por definição, o criador também é ONIPOTENTE em relação a todos os aspectos da CRIAÇÃO VERDADEIRA, ou ela não seria sua.

CRITÉRIOS DE FALSEAÇÃO

4a) DEMONSTRAR ASPECTO INCONSCIENTE DE UMA CRIAÇÃO VERDADEIRA QUE NÃO DESVANEÇA.

4b) DEMONSTRAR ERRO FORMAL NO DESENVOLVIMENTO DA ARGUMENTAÇÃO.

CONCLUSÃO

A existência de um Deus Criador Sobrenatural Inefável, Pessoal, Único e Mantenedor Onipresente, Onisciente e Onipotente de todas as coisas é perfeitamente racional e demonstrável. Destaque-se que neste artigo nos propomos a expor e discutir estritamente esse aspecto. Não temos a pretensão, ainda, de discutir religião, até porque não é possível discutir ramos ou vertentes de conhecimento sem compreender adequadamente seu objeto. Muitas questões que apontamos como mistérios têm soluções em teologia. Essas questões, contudo, estão fora do escopo hora proposto.

Reno Martins

FICHAMENTO

Data: 20150323 | Características: .

TAGS: Análises, Ciência.

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